Redução do estresse e do risco de doenças crônicas estão entre os benefícios de morar próximo à natureza

Mercado imobiliário tem investido no contato direto com áreas arborizadas, mais amplitude de espaços e qualidade de vida para a família como diferenciais. Incorporadora vendeu 100% de unidades de dois…

Mercado imobiliário tem investido no contato direto com áreas arborizadas, mais amplitude de espaços e qualidade de vida para a família como diferenciais. Incorporadora vendeu 100% de unidades de dois empreendimentos com as características em apenas um mês

Viver próximo a parques e áreas verdes é inegavelmente um investimento, sendo o consenso que abarca todas as razões um só: maior qualidade de vida. Porém, é possível listar pontos muito específicos e que ganharam ainda mais relevância com o cenário de pandemia iniciado no último ano. O alívio dos níveis de estresse e ansiedade, o incentivo a uma vida mais saudável, a redução dos riscos de doenças crônicas e a proximidade com a natureza, adquiriram status de prioridades na vida de todos nós.

Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo apontou que quem vive próximo a lugares arborizados tem menos chances de desenvolver hipertensão, por exemplo. O estudo apurou que a cada 10 mil árvores, as chances dos moradores terem pressão alta caía 7%. Já um levantamento do Departamento de Saúde Pública dos Estados Unidos, mostrou que o risco de diabetes é 14% menor para quem vive nessas áreas.

Nesse cenário, desde o ano anterior, a EBM Desenvolvimento Imobiliário vem priorizando seus novos empreendimentos com quesitos fortes: amplitude de áreas abertas e arborizadas. Somente em 2020, enquanto a pandemia alterava a relação de todas as pessoas com o lar, a incorporadora lançou dois residenciais que se fundiam a parques: o Vida Milão, de certa forma integrado ao Parque Bernardo Élis, e o Wish Areião, no último terreno com vista para o parque de mesmo nome.

Já em 2021, com o lançamento do Residencial Kazas Jardins Bellágio, um condomínio fechado de casas com maiores espaços abertos de lazer internos e externos, deu continuidade ao movimento. Em seguida, mais recentemente, veio o condomínio fechado de lotes Vinhas Flamboyant aposta em um terreno de preservação permanente com mais de 83.000,00 m², o paisagismo abundante em uma área verde de mais de 39.000 m².

“Há alguns anos que as pessoas têm priorizado a busca por qualidade de vida e, nesse movimento, o desejo pela proximidade com a natureza, momentos de lazer com a família, que permitam a prática de esportes, entre outras atividades. Nós percebemos que o cenário de pandemia reforçou o valor dessa procura. O lar sofreu uma ressignificação, o isolamento social permitiu um novo olhar sobre os espaços e o conceito de morar bem. Uma resposta concreta que sinaliza a permanência desses desejos é que nós vendemos 100% das unidades do Wish Areião e do Kazas em 30 dias após o lançamento”, afirma Ademar Moura, gerente comercial e de marketing da EBM Desenvolvimento Imobiliário.

Ainda em 2020, um levantamento feito pela empresa Natureza Urbana, representante do Brasil na World Urban Parks (WUP), apurou que 55% dos entrevistados frequentarão preferencialmente pós-pandemia serão parques e praças. Hoje, mais de um ano após o início da pandemia, o movimento do mercado imobiliário demonstra que o que prometia ser uma tendência, já se estabeleceu. “Esse novo momento tende a se manter em alta, e é preciso que estejamos atentos aos desejos do consumidor, tendo a consciência de que cada nova procura está diretamente ligada a um fator: qualidade de vida”, acrescenta Ademar.

Fechar

Preencha os campos abaixo para iniciar a conversa no WhatsApp.

WhatsApp Voltar ao topo